quarta-feira, 9 de maio de 2018

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sexta-feira, 4 de maio de 2018

EM PORTUGAL MEUS FILHOS APRENDEM O QUE É LIBERDADE.


Eu nunca imaginei que um dia fosse precisar ensinar aos meus filhos como lidar com a liberdade.
Quer dizer, até que eu me planejei, sim, a ensiná-los limites quando chegasse a hora de sair com os amigos, dirigindo ou com a (o) namorada (o).
Mas, nunca quando ainda fossem crianças. Ou no início da adolescência.
Comecei a fazer isso aqui em Portugal.


Dizem que a gente só dá valor ao que perde. Mas, depois que me mudei para Portugal com meus dois de 11 e 13 anos, aprendi (mais) uma coisa nova: a gente não sabe dar valor ao que nunca teve. Pior, pode passar a vida inteira sem nem sequer saber o que estava perdendo.


EXPLICO

Desde que nasceram, as crianças viveram em uma redoma, dessas que a gente jamais gostaria de colocá-las, mas é obrigado. Dentro das grades do condomínio, eles cresceram em parquinhos frequentados somente por eles. Ou, meia dúzia de amigos, se tivessem a sorte de ter outras crianças no prédio. O que, no caso dos meus, nunca aconteceu.

Ainda bem pequenininhos, o papo era com o porteiro, a babá, os pais ou avós. Quando esses últimos não estavam trabalhando. Brinquedos que tocam musiquinhas e programas de TV substituíram o pé descalço na areia ou na grama.

Até que, quando esse ambiente ficou pequeno e eles precisaram alçar novos voos, foi em aviões fretados: escolas particulares, com seguranças na porta, transporte de van, mesmo que morassem a três ou quatro quadras do local.

O passeio guiado que é a infância das crianças de classe média brasileira continua com o passar dos anos. Eles crescem e andam com as próprias pernas. Mas, somente por caminhos vigiados, ou sentados no banco de trás de um carro. Sempre na companhia de um adulto.

Até que o tempo passa e, vivendo em um país onde as diferenças sociais são enormes e as crianças vivem vidas completamente diferentes, se tiverem nascido no asfalto, são superprotegidas e perdem parte da infância.

Muitas, que nasceram no “morro”, vivem sem proteção nenhuma e perdem praticamente a infância inteira. Para o lado que olharmos, o cenário é triste e desanimador. Todos perdem.

DE PRESENTE A LIBERDADE. MAS O QUE ELES FAZEM COM ISSO?

Com a proximidade da adolescência dos meus filhos, confesso que o medo bateu de vez. E quando eles naturalmente quisessem sair sozinhos, sem a falsa rede de segurança que criamos para eles?

Somado a uma dezena de fatores, esse foi um forte motivo para virmos morar na Europa. E cá estamos nós, em Portugal, há quase nove meses.

E o que eu observo? Que, como passarinhos que foram criados em uma gaiola, eles agora descobrem que a porta foi aberta, mas não sabem o que fazer. Saem voando? Colocam a cabeça para fora?


LIBERDADE PRA DENTRO DA CABEÇA

Quando dizíamos que estávamos vindo morar em Portugal, 10 em cada 10 pessoas viravam-se para as crianças e diziam: “você vai poder usar o celular na rua”!

Eles, nem um pouco satisfeitos com essa mudança, faziam cara de paisagem e a testa dava uma enrugada, meio sem entender porque isso é uma coisa boa, que justifica largar o seu país, sua família.

Para eles, nunca houve a possibilidade de usar o celular na rua. Ou qualquer outra coisa de valor. Ou até mesmo estar na rua, dependendo do lugar e do horário.

Sem viver outra realidade, eles (e provavelmente muitas outras crianças) sequer sabem que em outro lugar do mundo isso é a coisa mais natural do mundo. Um direito. Ir e vir.

E, como tudo que nem sabemos que existe, não damos valor. Nem sabemos que queremos. 


POIS ELES QUEREM.  QUEM NÃO QUER?



Logo que chegamos, a ideia de saírem de casa sozinhos era um disparate. Se eu pedia pra levarem o cachorro pra passear ou ir até o supermercado do outro lado da rua, recebia em troca dois olhares arregalados, com um enorme ponto de interrogação na cabeça.

Dizer que podiam descer e ir até a praia sozinhos era o equivalente a xingar a mãe e o pai ao mesmo tempo. 

- Como assim? 

- A mãe ficou maluca? 

Aos poucos, eles vão percebendo o valor que tem na vida de uma pessoa em simplesmente abrir a porta de casa e sair, quando dá vontade.
Juju vai e volta do inglês sozinha.


No início, eu ia buscá-la, porque estava de noite. Agora, com a primavera se aproximando e o dia sendo mais longo, isso deixou de acontecer.
Ela perdeu também (perdemos, né?) o hábito de ligar pra avisar que chegou bem em casa. Claro que chegou, né?


Meu filho, mais tímido e dependente, outro dia achou que estava indo pro boliche comigo e os amigos. Quando parei no shopping, dei o dinheiro na mão dele e disse que era pra ele depois ir me encontrar em casa, o moleque levou uns 3 minutos ou 4 pra entender. Risos…

Mas, foi. Jogou boliche, lanchou no Mc Donalds, atravessou ruas e voltou para casa à noite, depois das 21h, com os amigos. Em vez de subir pra casa, ficou na praça em frente, jogando bola, até depois da meia-noite.


Assim, normal. Sem espanto. Algo corriqueiro. Como deveria ser.

À medida que eles vão ganhando confiança, quero que as asas se abram ainda mais. Pegar transporte público sozinho, sair com amigos e, lá na frente, ir viajar ou fazer intercâmbio por conta própria.

Fonte: Brasileirinhos Pelo Mundo 






Longe da barra da saia da mãe.  Agora eles podem.


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ADAPTAÇÃO DE CRIANÇAS PEQUENAS EM OUTRO PAÍS


Tentarei fazer um resumo do que passamos com nosso pequeno e, assim, poder ajudar aos que irão passar por isso. Felizmente, nem todos terão a mesma experiência.

*Desde já oriento que muitas famílias poderiam evitar passar por tudo isso.*
*Escolher Portugal que é uma Pátria irmã e que recebe os brasileiros de braços abertos é uma grandiosa vantagem para quem deseja sair do Brasil.*


Mas vamos ao acontecido:
Importante saberem que nem todas as crianças passarão por uma adaptação tão difícil. Cada criança tem sua natureza e vai encarar essa nova vida de forma diferente. 

Os pais precisam respeitar o momento da criança, seus sentimentos e, principalmente, evitar comparações, como: “O filho de ‘fulano’ se adaptou fácil, mas, o meu, não!”. Nenhum é melhor do que o outro, cada um tem sua identidade, absorve e demostra os sentimentos e sensações de formas distintas.


Uma criança pequena, o Saulo tinha 3 anos, não entende essa mudança e, muito menos, os motivos que nos fizeram largar tudo e ir para um lugar diferente.
Os adultos se preparam aos poucos, durante o planejamento, estamos preparando nossa mente e nosso coração. As leituras sobre o local, histórias de outras famílias, conversas e trocas de experiências, tudo isso nos ajuda a encarar essa mudança de país, de forma mais natural e tranquila.


Mas, e a criança? Como prepará-la?

Ainda do Brasil, conversávamos muito com o Saulo. Sempre mostrando de forma positiva e bem legal a nova vida que ele ia ter. Falávamos que ele ia viajar muito tempo de avião e ia ser bacana; que ele ia aprender inglês; fazer novos amigos; ter uma nova casa; que a Nova Zelândia era bem bonita e divertida, mas, acredito, que ele não tenha entendido nada do que falamos.

Para ele, só importava o que ele estava vivendo, afinal, tiramos dele tudo o que tinha. A realidade é que ele ficou longe da família, das primas, dos amigos do prédio, da escola. Ele ainda ficou só e sem amigos. O sentimento de abandono, solidão e a saudade era o que importava para ele.

Mas ele estava com o papai, a mamãe, a vovó, todos falando com ele pela internet. Não poderia ter sido mais fácil?

Ele tinha apenas 3 anos e já com tantos sentimentos? Sentiu a distância como um adulto, aprendeu bem cedo o significado da palavra saudade.

Não foi fácil! Em alguns momentos, doeu no coração da mamãe e foi a única coisa que não esteva dentro do nosso planejamento. Tivemos muita orientação de mamães que passaram por isso e foi de extrema importância.

Para agravar a situação, ele foi para uma escola onde não entendia nada do que os colegas e professores falavam. Difícil, né?

Sabemos que tem criança que passa por essa fase de forma mais tranquila, mas, infelizmente, com Saulo não foi assim.

Ele criou uma rejeição, no início, muito grande à escola. Chorava muito, pedia para não ir e quando íamos pegá-lo, víamos pelo olhar, que ele estava triste, isso partia meu coração.

Conversamos com professores, pedimos ajuda e nada o fazia melhorar. Então, de forma emocional, resolvi tirar ele da escola e buscar uma outra. Ele ficou em casa por um período que foi de extrema importância para seu amadurecimento.

Após 2 semanas, ele começou em uma escola nova e já foi bem mais fácil. Mas, foi aí que percebemos que o maior problema dele não era a saudade e troca de casa e, sim, a dificuldade com o inglês.

Ele, na escola, não conseguia fazer amigos, estava sempre sozinho e isolado e, um dia, ele me perguntou:

– Mamãe, por que os amiguinhos não falam comigo?
- Por que eles não me chamam para brincar?


Nossa! Nesse momento, meu mundo desabou! Eu senti a dor da rejeição que ele sentia, entendi o motivo de cada lágrima, de cada vez que ele me falava que não queria ir para a escola. Finalmente, tinha desvendado o grande problema, mas foi pior ter entendido o motivo do seu sofrimento e ter a certeza de que não tinha o poder de ajudá-lo.

O inglês era o seu problema e não podia fazer nada para protegê-lo. A única forma era realmente expor o meu pequeno a essa situação, pois sabia que só na escola, no dia a dia e com o aprendizado de forma gradativa e natural do inglês, o problema dele seria resolvido. Nada do que eu fizesse poderia, definitivamente, resolver essa situação.

Não foi fácil para mim, nesse momento vem um sentimento de culpa, questionamentos e a incerteza se o meu sonho e a minha decisão justificavam fazer o meu anjinho passar por tudo isso.

Nesse momento temos que respirar, ser fortes e acreditar que é apenas uma fase e por mais dolorosa que seja, não temos como mudar. Então aceitei e me fortaleci ainda mais, assim estaria preparada para dar conforto, amor e coragem para o meu pequeno.

Acredito que, para uma criança de 3 anos, seja uma oportunidade de amadurecer, já aprender a lidar com dificuldades e com a certeza de que ele não iria desenvolver nenhum tipo de trauma.



*Desde já oriento que muitas famílias poderiam evitar passar por tudo isso, proporcionar o amadurecimento de uma criança, forçado em cima de problemas e dissabores.*
*Escolher Portugal que é uma Pátria irmã e que recebe os brasileiros de braços abertos é uma grandiosa vantagem para quem deseja sair do Brasil.*


Continuando...
Mas precisávamos compensá-lo e foi aí que buscamos ajuda da psicologia. Tínhamos que mostrar que a NZ era legal e que a escola também era legal. Fizemos de tudo para ele ficar bem e, aos poucos, conseguimos.

Buscamos amigos brasileiros, crianças brasileiras para que ele pudesse brincar e interagir. Todo final de semana era uma programação diferente, como parques, casa de amigos, praias, museu, zoo. Fazíamos tudo para ele se divertir bastante e compensar a difícil semana de aprendizado e adaptação que tinha.

Não é um processo fácil, mas, em pouco tempo, ele voltou a ser a criança alegre e danada que sempre foi. Ver o seu amadurecimento, sua garra e o nascer de um Saulo bilíngue, foi o maior presente que a Nova Zelândia me deu. 

Fonte: Brasileirinhos Pelo Mundo 



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quinta-feira, 3 de maio de 2018

SAIR OU NÃO SAIR DO BRASIL !!



O texto abaixo relata a minha experiência. Não necessariamente serão as dificuldades de toda pessoa que está por vir. Cada caso é diferente. Cada pessoa tem uma bagagem cultural, educacional, familiar e financeira diferente. Logo não precisa ser visto como desencorajador. 
Pelo contrário, o meu objetivo é que, contando o que eu vivi, você possa se preparar mais. Fique ciente que é uma questão de escolha: sair ou não do seu país de origem.

2018. Surpreendentemente aqui estamos nós, ainda em Orlando, agora com mais um integrante na família, nosso caçula. Como passou rápido. 

Em janeiro de 2014, eu não tinha a menor ideia do que me esperava. Estávamos chegando aos Estados Unidos, sem pai e mãe, sem empregada, sem babá (se bem que essa eu nunca tive), sem conhecermos ninguém. Rumo a um futuro completamente incerto, procurando casa para morar, tentando inicialmente ao menos entender o que os nem sempre pacientes funcionários da empresa de água, luz e gás, por exemplo, falavam. 
Esses eram os primeiros passos da nossa jornada. Meu marido e eu nos desdobrávamos para desenrolar o que talvez em questão de minutos estivesse resolvido no Brasil.

Comece lendo esta matéria por aqui:
MORAR EM PORTUGAL 


AS PRIMEIRAS DIFICULDADES 

Você pode estar perguntando: será que ela foi morar fora sem saber uma palavra de inglês? 

Bem, eu havia feito no mínimo dez anos daqueles cursos de inglês que me garantiriam desenrolar situações cotidianas. Pelo menos era isso que eu pensava. Ledo engano. Óbvio que ficou muito mais fácil ler e escrever, ter um certo vocabulário, formar frases (nessa parte os cursos ajudaram), mas quando chegava a hora de falar e entender os nativos, aí era um pouco mais complicado.

Desde esse tipo de episódio que eu nunca imaginei que poderia passar, até chegar ao supermercado e me ver completamente perdida sem saber absolutamente nada do que escolher. Me assustava com o tamanho dos produtos, tudo muito grande. Eu não tinha ideia de quais materiais de limpeza utilizar. Eu não sabia os nomes das carnes por aqui, todas as marcas eram até então pra mim desconhecidas.
Em casa eu ainda não sabia usar o triturador de alimento nem como regular o ar condicionado ou aquecedor.
Chegar ao restaurante e fazer o pedido era uma aventura. Sim, tudo era absolutamente novo pra mim. Estávamos eu, meu marido e minha filha, então com dois anos de idade.


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ORLANDO, UMA CIDADE DE BRASILEIROS ?

Aqui quero abrir um parênteses. Viemos para Orlando, uma cidade que foi invadida por brasileiros, que recebe milhões de turistas brasileiros por ano, e que hoje já conta com inúmeros restaurantes e supermercados brasileiros, salões de beleza, lojas, igrejas, quiosques, tudo brasileiro. Até Banco do Brasil já tem aqui. Então não é difícil encontrar produtos e serviços do Brasil, aqui. A questão é que não era essa a minha ideia. Se eu vinha morar nos EUA, eu queria estar imersa na cultura deles, eu queria aprender profundamente a língua, os costumes, a cultura. O tempo que estivesse aqui, eu queria estar ganhando esse conhecimento. Só assim poderia crescer nessa jornada. Isso significava que não seria fácil, que eu teria muito trabalho pela frente fazendo pesquisas, buscando informações, mas era isso o que eu almejava.

Os desafios não paravam de chegar, e parece que vinham com intensidade cada vez maior. Tirar carteira de motorista, procurar por médicos, dentistas, pesquisar sobre plano de saúde, comprar carro, procurar entender como funciona a educação nos EUA, imaginar como minha filha se adaptaria. No nosso condomínio moravam apenas americanos, e a maioria de passagem, por ser um resort com muitas casas de férias. Assim minha filha teve de contentar-se em brincar apenas comigo por muito tempo.

Sem crianças ao redor. 
Muitas dúvidas… será que estou fazendo o certo para minha filha? 
Será que ela esta sofrendo? 
Quando vai fazer novos amigos? 
Será que vai aprender o inglês? 

E eu, será que vai chegar o dia em que vou finalmente conseguir me expressar sem mímicas, sem gaguejar? 
Não e fácil. 
No meio desse turbilhão de novidades, eu descubro que estou grávida! 
Se eu tinha dúvidas, elas simplesmente quadruplicaram. 
Surgiu também o medo. 
Teria eu capacidade de ter um filho americano? 
Como pagar o parto? 
Quem faria o parto?  

Será que iria passar dias sofrendo em trabalho de parto como eu tanto ouvia falar? 
Como seria depois dele nascer, será que eu dou conta de casa, marido e dois filhos, uma ainda desfraldando e um recém-nascido? 
Help!!

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Além disso, a saudade apertando no peito. Os eventos, os casamentos, os aniversários, os nascimentos, tudo acontecendo no Brasil e eu aqui perdendo todos esses momentos. Dor no peito. O primeiro Natal, o primeiro Réveillon… sozinhos. Alguns colegas certamente já tínhamos feito, mas ter amigos de verdade demanda tempo. Passar as festas de final de ano na casa de recém-conhecidos não é uma situação pra lá de confortável. Chega a ser até constrangedor em parte. Meu filho nasceu em 2015, e esse é assunto para um outro post.

DEPOIS DO TURBILHÃO, A BONANÇA. 

Com certeza alguns de vocês que leem esse texto devem ter passado ou ainda estão passando por essas situações e dúvidas, esse medo por vezes aflitivo, com maior ou menor intensidade. 2018 começa com novos questionamentos. Acho que para quem mora no exterior, sempre vai haver algo novo para aprender. Estamos aqui, firmes e fortes, agora com meu filho americano balbuciando as primeiras frases (às vezes em inglês, às vezes em português), minha filha na escola publica falando um inglês quase que fluente, curtindo muito suas amizades americanas e hispânicas, cantando no coral da igreja, fazendo balé.

Sim, já temos muito mais amigos, amigos que viraram a nossa família. Recebemos muitas visitas do Brasil ao longo do ano. Conheço os produtos do mercado, sei indicar as melhores marcas e tenho todo o roteiro do “to do list”, e do “not to do list”, para qualquer mamãe brasileira grávida (ou com filhos) que me procure. Sei o que significa BOGO, sei utilizar os famosos cupons.

O melhor de tudo é poder ajudar a quem chega por aqui com tanta incerteza como a que eu tinha.

Dá até pra ter um certo orgulho de saber o que parece muito básico, mas eu sei que houve um custo para aprender. 

Saber que eu cresci como pessoa, saber que eu me permiti experimentar, conhecer, abrir meus horizontes, dar uma nova chance de vida para os melhor filhos, com mais qualidade. 

Às vezes me perguntam se tudo isso vale a pena. Altos e baixos sempre teremos, seja lá o local que vivamos. A única certeza que tenho e que Deus e perfeito e nos coloca no lugar e tempo certos, para um propósito. Não sei o que 2018 me espera, mas estou certa de que cada passo, cada momento dessa aventura inesquecível, levarei para toda a vida, e que meu Pai, lá do céu, cuida de mim, o tempo todo. 

Um Feliz e abençoado 2018 para todos!! 

Fonte: Brasileirinhos Pelo Mundo 

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MUDANÇA COM CRIANÇAS



ASPECTOS EMOCIONAIS
Comece lendo o texto por aqui:

MORAR EM PORTUGAL 

Diante da possibilidade de mudar de país com crianças, uma série de questões práticas nos ocupa: visto, passaporte, empresa para encaixotar os móveis, encerrar contratos de internet, pagar as contas pendentes, procurar escola e pediatra no novo destino. Em meio a esse turbilhão, muitas vezes acabamos não dando a atenção necessária ao universo emocional dos pequenos, que é imensamente afetado. Existe medo, existe luto, existe ansiedade. Tudo isso deve ser trabalhado com muito cuidado pela família e também pela rede de apoio ao redor da criança.

Quando me mudei pela primeira vez para o exterior, estava grávida de cinco meses. Saí do Brasil para as Filipinas e o desafio maior foi lidar com meu próprio medo do desconhecido. Agora, na segunda mudança, enfrento o desafio de lidar não só com minhas questões, mas com a adaptação do meu filho, que acabou de fazer três anos. Posso afirmar, sem dúvida alguma, que a a dificuldade é infinitamente maior, porque envolve a segurança emocional de um ser humano que ainda está construindo suas ferramentas para lidar com perdas e medos.

Filipe nasceu nas Filipinas e passou lá seus primeiros anos de vida. Foi onde fez seus primeiros amigo, onde aprendeu a reconhecer um fenótipo como familiar, onde aprendeu a falar, a andar, a estar no mundo. Tudo o que lhe era conhecido estava ali: babá, escola, vizinhos, parquinho.

E aí chegou a hora de virmos para a Austrália. A mudança foi conversada com ele, é claro, mas ainda assim tínhamos a sensação de que nosso pequeno não conseguia alcançar a dimensão do salto que nos aguardava. De repente, toda a nossa vida passou a girar em torno da mudança. Mamãe e Papai passaram a ser seres mais chorosos, melancólicos e preocupados, orbitando entre despedidas e providencias práticas. A babá também ganhou um quê de preocupação, carregando a ansiedade de não saber o que iria acontecer com sua rotina dali para frente.

Todas essas coisas que estavam no ar ganharam uma materialidade incontestável no dia em que a empresa de mudança chegou para encaixotar nossas coisas. Era chegada a hora de desmontar nossa casa, decorada com tanto carinho ao longo dos anos. Filipe viu seu quartinho ser desmontado e resumido a um punhado de caixas de papelão. No dia seguinte, restava o vazio.

– Mamãe, cadê meus brinquedos? Cadê minha caminha?

Eu tentava disfarçar o nó na garganta:

– Estão no navio, filho, indo para a nossa casa nova na Austrália.

– O Martin também vai para a Austrália? – ele perguntava, querendo saber se o melhor amigo do prédio iria se mudar conosco.

– Ele pode ir de férias sempre que quiser – eu respondia, segurando o choro.

E assim foram nossas conversas até o dia de embarcar. Lipe passou a alternar momentos extremamente doces e rompantes de agressividade, com gritos e birras além do comum. Ele por vezes me batia e me mordia. Essas reações ficaram mais intensas quando chegamos em Sydney e passamos duas semanas acampados num pequeno quarto de hotel. Foi tão estressante para todos nós que cheguei a pensar que não iríamos conseguir.

Nesse período, conversei bastante com amigas psicólogas e reuni algumas dicas para suavizar a dor desse luto que é a mudança. A criança pequena pode não compreender racionalmente o que está acontecendo, mas ela age como uma verdadeira esponjinha, captando tudo o que se passa ao redor.

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*"MORAR EM PORTUGAL" - GUIA*
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A coisa mais importante a ser fazer é explicar para a criança exatamente o que está acontecendo. No caso de crianças menores, um recurso muito interessante é o desenho. Quem me passou essa dica foi a madrinha do meu filho, que é psicóloga junguiana. Ela me sugeriu que eu desenhasse com ele a casa das Filipinas, a casa nova na Austrália, o navio levando os brinquedos dele. Assim fizemos e senti que isso deu uma concretude a algo que antes ficava no campo da abstração.

Outra atitude fundamental é acolher todo tipo de reação que as crianças trouxer. Veio agressividade? Então vamos olhar para isso. Pode ser que estejam te culpando pelo fato do mundinho deles estar se desfazendo. Cabe a nós, pais, criarmos um ambiente de segurança, onde toda emoção tem espaço.

O Lipe trouxe muito do medo. Coincidentemente ou não, durante o período de mudança ele começou a falar sobre monstros, fantasmas, bruxas e zumbis. Explicamos a ele que era só olhar bem nos olhos do monstro e dizer: eu não tenho medo! É natural ter medo diante de uma grande ruptura. Se nós, adultos, sentimos frio na barriga diante do desconhecido, imaginem os pequeninos! Zumbis e fantasmas são só uma forma encontrada para falar do incômodo diante de um ambiente todo novo e assustador.

Para suavizar esses desgastes e oferecer um porto seguro, não deixe de pedir às crianças que escolham alguns de seus brinquedos favoritos para levar na bagagem de mão. Esses objetos têm poderes quase mágicos e ajudam a dar segurança quando tudo parece se desfazer.

O ingrediente mais importante numa mudança é, sem dúvida, muito amor e acolhimento. Um belo dia essas sombras enormes na parede serão apenas parte da paisagem. E aí, talvez, seja a hora de mudar outra vez.

Fonte: Brasileirinhos pelo Mundo 


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O INÍCIO DAS NOVAS AMIZADES NA INFÂNCIA



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A amizade é um dos maiores valores no período de formação das crianças. 

“trata-se do afeto pessoal, puro e desinteressado, compartilhado com outra pessoa, que nasce e se fortalece diante dos relacionamentos entre os seres humanos”. 

AS PRIMEIRAS AMIZADES NA VIDA

Quando somos pequeninos, um amigo é apenas aquele com quem brincamos. Não precisamos de mais vínculos ou uma relação mais profunda.

Entretanto, a partir dos seis anos, passamos a uma tremenda evolução. Começamos a ser mais conscientes do mundo que existe fora de casa. Começamos a ganhar confiança e a fazermos amigos de verdade. Passamos a ter senso de escolha e critérios próprios.

Quem me conhece sabe que sempre fui de muitos amigos. Então acho que não poderia ser diferente. Aqui em casa, desde muito pequenos, sempre incentivei e estimulei bastante as amizades dos meus filhos.

Todos os dois ingressaram na escola assim que completaram 1 aninho de idade. Ouvi na época muitas críticas a respeito de ser cedo demais e talvez não houvesse a necessidade e blá, blá, blá. Porém, acredito que criança precisa conviver com outras crianças. Sei que cabe aos pais a difícil tarefa de educar ensinando-os desde o nascimento noções básicas de amabilidade, solidariedade, generosidade, respeito às diversidades e honestidade, uma vez que tais princípios não nascem conosco. Mas para mim a forma mais fácil de ensiná-los é através do dia a dia, com a convivência e exemplos cotidianos.

Nada melhor do que passar pela situação para poder senti-la e aprender com ela. Um simples exemplo que posso por ora citar é a própria divisão de um brinquedo com um outro coleguinha. Ao compartilhar este objeto, a criança passa a trabalhar todos os princípios acima citados. O que muitas vezes, em casa sozinha com adultos, perdem a oportunidade de vivenciar e aprender.

Não que nós pais não possamos também ensinar, pelo contrário, devemos fazê-lo. Mas a criança aprender com outra criança da mesma idade, na minha humilde opinião, é bem mais estimulante e interessante. Sem contar que foi assim, através da escola e a convivência com outras crianças da mesma faixa etária, que foram surgindo as primeiras amizades dos meus pequenos. E algumas destas primeiras amizades perduram até hoje.

A CHEGADA EM UM NOVO PAÍS

Nesta nossa mudança de país, de vida, de idioma, de escola, muito me preocupava a questão das novas amizades. Precisavam vir de forma rápida e serem interessantes a ponto de “maquiarem” a falta das antigas. Pois se deixássemos prevalecer a saudade dos amigos que ficaram, se tornaria bem mais difícil todo o processo.

Entretanto, chegamos à Itália no mês de julho, no auge do período de férias escolares. As primeiras pessoas que conhecemos e tivemos contato na cidade não tinham filhos menores. Eu ficava de olho na casa dos vizinhos, a maioria idosos, mas também não via muita movimentação infantil. Então comecei a fazer uma rotina de levá-los ao parque público da cidade para brincar à tarde e depois íamos até a beira do rio para tomar sorvete e brincar nas pedras.

Nesses dois lugares, sempre tinham crianças correndo, gritando e pulando normalmente como era de costume deles. Assim eles começaram a se familiarizar mais com o ambiente e se sentir mais à vontade. Mas, mesmo assim, eu via que eles ficavam muito receosos de se integrar às outras crianças. Acho que além da vergonha, era muito também pelo idioma, pois realmente não entendiam nada do que falavam. E acabavam se limitando a brincar um com o outro e pronto.



O INÍCIO DAS NOVAS AMIZADES NA INFÂNCIA

Acontece que apesar dos meus dois filhos serem muito amigos e estarem acostumados a brincar juntos, a relação dos dois vinha meio “desgastada”, vinham brigando muito e cansados de só brincarem um com o outro há algum tempo. Foi quando tivemos a brilhante ideia de procurarmos uma colônia de férias.

Logo no primeiro dia tivemos sucesso. Foi nos dada a opção de buscá-los no meio do dia ou de pegarmos no final da tarde. Na nossa insegurança de como seria, marcamos de buscá-los cedo. Chegando lá, para a nossa alegria, eles não quiseram voltar para casa, pedindo para ficar até às 18hs. Vocês não têm noção da minha felicidade ao escutar aquilo. Uma por eles terem gostado, outra porque eu teria um tempinho livre sobrando só para mim. Afinal, eu vinha há alguns longos dias esgotada.

No segundo dia de colônia, ao chegar para entregá-los de manhã cedo, uma amiguinha veio correndo e com o maior sorriso deu um abraço super apertado na minha filha. Se abraçaram como se fossem amigas de anos. Fiquei tão emocionada com aquela cena que meus olhos se encheram de lágrimas. Foi neste momento que pude ter a certeza que tudo ficaria bem.

SAIBA MAIS SOBRE IMIGRAR COM CRIANÇAS

Outro detalhe que me impressionou foi a comunicação das crianças com os professores da colônia. Eu chegava para buscá-los e eles não só batiam papo, como depois me contavam tudo o que o professor tinha dito no dia, as brincadeiras que fizeram e até as broncas que levaram. Só que os professores não falavam português e as crianças não entendiam italiano.

Essa colônia de férias abriu as portas para o início das amizades das crianças aqui. Deu autoconfiança a eles. A partir daí, como moramos numa cidade bem pequena, quando íamos ao parque ou brincar no rio, sempre tinha uma amiguinha ou amiguinho conhecido de lá. Esse amiguinho(a) chamava para brincar e assim iam se unindo e se integrando aos outros.

E assim foram brincando e se divertindo, fazendo amigos nos ambientes públicos da cidade voltados para o público infantil até meados de setembro, quando se iniciaram as aulas. Se você não acompanhou, pode ler por aqui.

Fonte: Brasileirinhos Pelo Mundo 
Escrito por: Tatiana Buzzi 


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sábado, 28 de abril de 2018

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F15D NETWORK - SPAIN



*SE VOCÊ MORA NA ESPANHA OU VAI SE MUDAR PARA ESTE PAÍS, SAIBA QUE A F15D JÁ ESTÁ LÁ.*


La F15D, es un sistema innovador que potencia el alcance orgánico de fan pages, comunidades, canales y grupos en las redes sociales con el objetivo de proporcionar alta visibilidad y ganancias en Internet.

Idioma: Español

Forma de Acesso: Arquivo Digital

Formato: e-Books, Documentos

Segmento: Internet

E-mail de Suporte: giesela.getzel@gmail.com 


F15D NA EUROPA - ESPANHA E PORTUGAL

MAS SAIBA QUE VOCÊ PODE TRABALHAR COM A F15D EM QUALQUER PAÍS DO MUNDO.

TUDO QUE FAZEMOS É ONLINE. 












MORAR NO EXTERIOR LEGALMENTE


São 43 anos, sem falar inglês, sem faculdade, sem profissão, desempregado, sem imóvel ou vínculo no Brasil. 

E consegui o Visto.

Em apenas 16 dias, já estava com o visto e ganhando em dólar. 

Sem burocracia, dou todo acompanhamento.

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Eu fiz para um país, mas depois, seguindo o mesmo passo a passo, você pode fazer para qualquer país aqui abaixo:

Argentina, Alemanha, Áustria, Austrália, África do Sul, Andorra, Bélgica, Chile, Costa Rica, Canadá, Coreia do Sul, Croácia, Chipre, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos (USA), Eslováquia, Estônia, França, Finlândia, Grécia, Holanda, Hong Kong, Hungria, Inglaterra, Israel, Irlanda, Japão, Luxemburgo, Lituânia, Letônia, Liechtenstein, Panamá, Portugal, Polônia, México, Malta, Montenegro, Mônaco, Noruega, Nova Zelândia, República Tcheca, República de Marino, Singapura, Suíça, Suécia, Servia e Uruguai


 Tudo é 100% legal, e o melhor, tem eu como referência, para lhe ajudar.


Adquira essas informações se você precisa mudar de país sem burocracia.

 Idioma: Português (Brasil)

 Forma de Acesso: Arquivo Digital

 Formato: e-Books, Documentos

 Segmento: Negócios e Carreira

ACESSE AQUI

terça-feira, 24 de abril de 2018

O QUE É A F15D


Tem muita gente querendo saber se a F15D Network vale a pena, se isso é legal, se é MMN, pirâmide, renda extra e muitos iniciantes neste mundo digital estão se perguntando o que é F15D Network.

E se você acha que isso é apenas para ganhar dinheiro com o Adsense você está enganado, e tome cuidado pois daqui alguns dias você estará vendo TV e vai se deparar com um anúncio da F15D NETWORK e talvez seja tarde demais para você ser sócio!

Neste artigo vou explicar para você primeiramente o que é a F15D Network e porque você precisa entrar logo.

Eu trabalho pela internet desde 2000 trabalhando de forma honesta, sem pirâmides ou “sisteminhas” ilegais.


A F15D Network é uma Network como o próprio nome já diz, empresas assim ajudam profissionais alavancarem suas redes sociais, porém a F15D NETWORK foi muito além disso, e permitiu que até mesmo leigos que nunca trabalharam pela internet ou se quer entendam de sites possam ganhar dinheiro usando a internet, vou detalhar para você entender melhor, antes de tudo você precisa entender primeiro o que é Adsense?

O QUE É O GOOGLE ADSENSE?
O Google Adsense é uma plataforma de anúncios do Google, ou seja, empresas pagam para criar anúncios no Google, e o Google procura sites e canais no Youtube para colocar estes anúncios como este que você está vendo aqui abaixo.

Ao se tornar parceiro do Google Adsense você está “emprestando” espaço em seu site, ou canal, para o Google colocar um anúncio da empresa que pagou por isso, que vai desde multinacionais como marcas de marca de carros, lojas, mercados, indústrias gigantes multinacionais, construtoras, emissoras de TV e muito mais do que isso, até mesmo o seu Zé dono da lojinha aí no seu bairro pode anunciar no Google.

Exemplo: Digamos que a Fiat paga para o Google R$1,00 por cada clique que o Google conseguir para ela em um banner de propaganda da nova Fiat Toro.

O Google gera um código para você colocar no seu site, e divide este lucro com você, te pagando R$0,50 (cinquenta centavos) por clique.

Isso é um exemplo apenas, cada anunciante, cada nicho, cada produto é um preço, você ganha de $0,01 (um centavo de dólar para cima)

Então aqui você já viu que o mercado não satura jamais, pois o Google sempre terá anunciantes, e o Google sempre vai precisar de sites ou canais para poder ajudar nesta propaganda dos anunciantes e ponto.

O QUE É UMA NETWORK?
Entendendo isso, eu vou te explicar o que é uma Network e qual é o papel dela e porque você deve entrar para a F15D NETWORK.

Uma Network nada mais é do que um parceiro, as mais conhecidas são as Networks para canais no Youtube.

No meu canal no Youtube por exemplo a Network responsável é a BBTV, ou seja, ao invés de eu simplesmente usar o Google Adsense eu uso este serviço parceiro, firmamos um contrato e eles ficam responsáveis pelos ganhos com anúncios do meu canal , ou seja, eles me ajudam na administração do canal, e dividimos os lucros com o Google Adsense, no momento 60% fica para mim e 40% para eles, desta forma tenho acesso ao um banco de dados com músicas livres de direitos autorais, tutoriais, e recebo diretamente na minha conta do Paypal todo dia 15 do mês.

Tudo isso é feito de forma organizada dentro de um painel com login e senha, e uma das vantagens é que já recebo na minha conta Paypal, sem essa parceria eu recebia direto na minha conta bancária, o Itaú que é o meu principal banco está cobrando atualmente R$100,00 por cada recebimento do Adsense, pois o Google Adsense te paga em dólares, ao cair em sua conta o banco faz a conversão pela cotação do dólar do dia e você já saca em nossa moeda, no caso o REAL.

Além disso, sem uma Network você precisa ir até o seu banco, explicar de onde está vindo este dinheiro e eles fazem um contrato para nos próximos meses você não precisar ir até a agência explicar mais nada e já receber em REAL.

Sem Network:
Você trabalha sozinho sem ajuda de ninguém, seja com blog ou canal no Youtube, no caso do blog você precisa criar tudo sozinho.
Precisa esperar juntar pelo menos $100,00 para poder sacar.
Você não precisa dividir os lucros com o Adsense com ninguém além do Google, mas é responsável de fazer tudo sozinho, como aprender como declarar estes ganhos ao governo por exemplo, já que isso é um negócio legal.
Estas são alguns dos pontos negativos de você não ter uma Network para te ajudar, você cresce mas faz tudo sozinho, e agora irei te explicar porque a F15D network vale a pena.


F15D Network vale a pena? Quais as vantagens?
Bom agora que você entendeu estas principais questões eu irei falar sobre a F15D NETWORK para que você não fique com dúvidas.

Como o próprio nome já diz a F15D Network é uma network para te ajudar, porém de uma forma muito diferente do que tem no Brasil até hoje.

Quem criou a F15D Network?
O principal responsável pela F15D Network é o professor Luciano Augusto que já trabalha pela internet por muitos anos e tem um faturamento de 6 dígitos todos os meses trabalhando com info-produtos assim como eu trabalho desde 2017.

Quais as principais vantagens de fazer parte da F15D Network?
Uma das principais vantagens de você fazer parte da F15D Network são estas:

Você não precisa criar um blog ou um canal no Youtube, você vai trabalhar apenas com blog e página no Facebook, e quem cria seu blog é a F15D Network, você não precisa se preocupar em aprender criar um site, nem ficar quebrando cabeça com códigos, temas para o blog nem nada disso.
Qualquer leigo em sites consegue fazer parte, pois o projeto do blog é criado por eles, você não precisa ter experiência alguma. 

A F15D Network te ajuda em TUDO desde a escolha do assunto até mesmo no que postar na sua fanpage.
Você tem acesso ao fórum de parceiros e um grupo secreto no Facebook onde estão todos os parceiros da F15D Network. 

Você recebe seus ganhos do Adsense diretamente em sua conta bancária.
VEJA O VÍDEO ABAIXO PARA ENTENDER MELHOR COMO FUNCIONA


Assistindo este vídeo você deve ter entendido como este projeto é fantástico, porém muita calma nessa hora porque não é somente isso!

A F15D Network vai muito além disso, os ganhos com o Adsense é somente a ponta do iceberg, e não chega nem perto da grandiosidade do projeto.

Você terá seus ganhos com o Adsense e ponto, somente isso já é uma renda muito boa pensando a médio e longo prazo e ponto.

Porém o Luciano e o Thiago estão fechando muitas parcerias, se você está no grupo no Facebook já está vendo a “loucura” que está lá dentro.

A F15D Network começa será ser divulgada na mídia, isso mesmo, será divulgada em canais de TV.
O lançamento oficial do projeto foi em agosto de 2017 e você que está fazendo parte vai ser sócio do nosso projeto, isso mesmo SÓCIO por ter acreditado desde o começo. E agora em Abril/2018 a F15D Network expandiu para Portugal e Espanha.

Você tem ideia do que é isso?
Você vai ganhar também, muito diferente de negócios de MMN ou qualquer coisa parecida, o lucro é garantido.


Você estará em um projeto gigantesco onde os lucros com o Adsense será apenas um aperitivo perto do que este projeto está se tornando.

Só para você saber, no domingo dia 16/07/2017 a F15D NETWORK passou no programa Domingo Show da Record com Geraldo Luíz e já tem 25 artistas famosos fechando parceria, e logo você verá também no SBT.

F15D Network vale a pena!!

Link matéria que foi ao ar na Record no dia 16/07/2017 : http://entretenimento.r7.com/domingo-show/videos/-dancarinas-plus-size-encaram-desafio-e-dancam-sucesso-de-anitta-no-palco-do-programa-16072017 

( Você pode adiantar o vídeo para os 35 minutos )

A F15D Network vale a pena não porque está passando na TV apenas, mas sim pelo que ela representa, ou seja, a F15D network vale a pena pelo que ela nos proporciona na prática como membros desta comunidade.

Então não perca tempo, pois a F15D Network vale a pena sim, e vai alavancar sua rede social, saindo do zero para um engajamento muito forte.

DÚVIDAS FREQUENTES

1- Isso é Marketing Multinível?

R: Não, isso não tem absolutamente nada a ver com este tipo de negócio.

2- Isso é um daqueles sistemas de pirâmides ou esquemas Ponzi?

R: Não, este projeto não tem absolutamente nada a ver com pirâmides, correntes, sistemas Ponzi, ou qualquer outra coisa ilegal

3- Porque tenho que pagar para fazer parte?

R: Você está pagando para ser parceiro deste projeto, este valor cobrado pelo Luciano é para você ter direito a todas a aulas, ensinamentos, estrategias, etc e mais:

Design da Marca e Identidade Visual: Você precisa ter um nome e já ter definido um dos nichos acima para trabalharmos, vamos montar o básico para dar o Start “início”.

Artes da Fan page (parte visual como topo, avatar): Vamos criar para você a sua Fan page de acordo com o nicho escolhido, fazer as artes.

Site com Anúncios otimizados no site, para os diversos tipos de dispositivos (desktop, celular etc): Vamos criar o site e já preparar ele com anúncios focados em conversão, não queremos que o seu cliente se sinta mal no site, então o design e estrutura é fundamental.

Site Otimizado com todas as modalidades de anúncios do Google Adsense e dentro das regras para evitar bloqueios: Vamos otimizar o site para que o Google não nos penalize, pelo contrário, sabemos como fazer da forma que ganhamos mais visibilidade e cliques dentro das regras.

Site Otimizado com as melhores técnicas de SEO, atualizadas seguindo todas as regras recomendadas pelo Google: Vamos otimizar o site com SEO aplicando as melhores práticas para ganhar posicionamento e acesso no orgânico do Google.

Assessoria de posts da sua Fan page para acelerar o ganho de curtidas: Vamos te ensinar a fazer os Posts corretamente.

Acompanhamento do seu projeto fazendo análises e melhorias para que converta mais: Vamos acompanhar diariamente cada parceiro, cada site, cada fan page para otimizar e trazer mais resultados (lembramos que só vamos ganhar se você gerar receita).

Um estagiário para gerar conteúdo inicial para fan page e site e você postará (ele não fará posts em suas páginas, mas vai entregar o conteúdo e as imagens para que vocês façam os Posts. Recomendamos 10 imagens/vídeos por dia por categoria que iremos atuar): Este estagiário é contratado pela nossa Empresa e ele vai gerar conteúdo base para que você colocar na Fan page, isto vai ajudar a quem não consegue ter tempo para criar e nem pesquisar, e potencializar os que também farão sem nós.

Vamos trabalhar com melhorias contínuas no site, mudando posicionamento de anúncios, analisando o mapa de calor para ver onde o usuário tem clicado mais, e incluindo novas modalidades de anúncios (caso surjam), o nosso foco é fazer os visitantes clicarem nos anúncios e que tenham boa visibilidade: Temos ferramentas para medir o tráfego, os cliques, as áreas de calor mais acessadas, e com isto poderemos otimizar mensalmente o site, para gerar mais cliques e mais receita.

Participação de 80% do lucro gerado com Adsense: Vamos ficar apenas com 20% do que você faturar com Adsense.

Participação em nossa Network para discussão de melhorias e replicação das ideias em outros projetos seus: Você aprenderá como aplicar isto em seus nichos específicos, por isto colocaremos você em nossa Network.

Acesso a nossa máquina de vendas que vai levar tráfego para a página de cada parceiro do projeto (esta máquina gera anúncios pagos no Facebook e todo custo será dividido pelo número de parceiros) é opcional: Temos uma máquina de vendas que pode ser utilizada para tráfego e caso tenha interesse, o investimento nela mensal será dividido entre todos os parceiros, imagina 100 parceiros colocando 500 reais, são 50 mil reais em tráfego que será dividido entre todos.

E para ganhar dinheiro de verdade com o Adsense você precisa ter muito tráfego.

4- Como vou ver e receber meus ganhos com o Adsense?

R: Você verá seus ganhos através de outra ferramenta do Google. O Google Analytics. Terá todo relatório, diário, mensal de todo período. O pagamento será feito a cada 30 dias. A conta do AdSense será de nossa administração para garantir que os anúncios sejam otimizados, e que você só se preocupe com o conteúdo do nicho que escolher.

5- Não tenho experiência com o Adsense, posso entrar mesmo assim?

R: Para criar tráfego temos que criar uma Fan page de nicho para você, e te ajudar a conquistar likes “curtidas” de maneira orgânica. Já temos o caminho para conseguir isso, então está em boas mãos, no grupo ensinamos todos os meios de como fazer, com estratégias, aulas, centenas de vídeos virais que você acessa direto pela sua página sem precisar pesquisar ou se preocupar em editar. “Vídeos alcançam muito mais que imagens”.

Só para saber este projeto vai ser um dos pilares para que você tenha uma renda passiva na internet TODOS OS DIAS. Eu falei na Palestra que precisamos ter 3 pilares: Recorrência + Perpétuo + F15D. Um destes pilares faremos juntos com você neste projeto.

6- Qual será o meu trabalho?

R: Você receberá o start, e tudo que foi citado acima, seu trabalho será alimentar e deixar programado o conteúdo das fan pages.

Ainda tenho dúvidas como posso falar com alguém pelo WhatsApp?
Sim meu WhatsApp está em contatos nesse blog.


7- Isso não irá saturar?

R: Isso é praticamente impossível, milhares de pessoas em vários países vivem apenas dos ganhos com o Adsense, no Brasil existem pessoas que faturam 7 dígitos por ano apenas com o Adsense, se você fizer uma pesquisa no Youtube e no Google vai ver muitos casos assim e fora outros que não falam sobre isso.

O Google é uma das maiores empresas do mundo, você como afiliado estará sendo um parceiro do Google abrindo espaço para eles colocarem anúncios em seu blog.

8- Isso é garantido?

R: Isso é um negócio, não é dinheiro fácil, nem “negócios” do tipo fique rico sem trabalho.

O Luciano garante seu resultado, porém entenda que isso não acontece do dia para noite, isso não é um curso, você está sendo um parceiro de negócio, e vai crescer aos poucos assim como todos que começam do zero, é do interesse TOTAL do Luciano fazer você crescer, afinal ele fica com 20% do faturamento, quanto mais você ganhar mais ele ganha.

A F15D Network vale a pena com certeza, desde que você entenda o negócio e entenda principalmente que isso não se trata de ganhar dinheiro fácil e sem trabalho, se é isso que você está buscando a F15D Network não é para você.

Se você ainda tem dúvidas se F15D Network vale a pena você pode me mandar um e-mail em contatos nesse blog que eu respondo todas as suas dúvidas em até 24h em dias úteis.

Mas por favor, se você leu até aqui e acha que a F15D Network vale a pena, mas não quer trabalhar sério para desenvolver este projeto, por favor, não entre em contato comigo, pois isso é um trabalho sério e se você não entender isso estará apenas gastando seu dinheiro e ainda vai achar que foi enganado, pois achou que iria ganhar dinheiro sem fazer nada, então por favor a F15D Network vale a pena desde que você esteja disposto a fazer o trabalho se dedicando algumas horas por semana.

Ou você vai continuar na fila do emprego?




 Planos da F15D Network pra você escolher:

Vitalicio - Custa 1490,00 e essa chance termina agora em julho. 

Recorrente - Pagamentos Parcelados em 6 vezes. 

Mensal - Custa 149,00 por mês.

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